Bromélia-zebra – Aechmea chantinii

 Aechmea chantinii,
Foto: BotBln

A bromélia-zebra é uma planta herbácea, de folhagem e florescimento ornamentais. Ela é nativa da floresta amazônica brasileira e peruana. Se caracteriza principalmente pelas folhas com aspecto zebrado, de fundo verde escuro, com listras brancas. Sua inflorescência é do tipo espiga, com brácteas vermelhas e flores amarelas. Ela surge acima da folhagem e apenas uma vez. Após o florescimento, como a maioria das bromélias, a planta morre, não sem antes emitir brotos na base, que darão origem a novas plantas. Ocorre ainda uma forma variegata (vide foto), com uma faixa central amarela nas folhas.
Essa bromélia é bastante popular no paisagismo tropical. Ela acrescenta uma textura diferente e uma padrão singular a canteiros e maciços em locais semi sombreados, como sob a copa das árvores ou margeando muros. As inflorescências de cor vermelho vivo são extremamente duráveis e dão um toque de contraste ainda mais especial a esta planta. É muito utilizada também em vasos, adornando interiores bem iluminados.
Deve ser cultiva sob meia-sombra, em substrato próprio para epífitas, leve e bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Mantenha o “copo” da bromélia constantemente com água, evitando assim que a planta desidrate. Às raízes, ao contrário, podem ser molhadas esporadicamente, pois tem função mais de fixação do que de absorção nesta espécie. Fertilize com adubos foliares próprios para epífitas, bem diluídos e preferencialmente orgânicos. Teme caldas fungicidas à base de cobre, portanto não aplique calda bordalesa ou cuprocálcica em bromélias. Multiplica-se por sementes e mais facilmente pela divisão das mudas que se formam a partir do rizoma, entorno da planta mãe.Link
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Bromélia-zebra – Aechmea chantinii

 Aechmea chantinii,
Foto: BotBln

A bromélia-zebra é uma planta herbácea, de folhagem e florescimento ornamentais. Ela é nativa da floresta amazônica brasileira e peruana. Se caracteriza principalmente pelas folhas com aspecto zebrado, de fundo verde escuro, com listras brancas. Sua inflorescência é do tipo espiga, com brácteas vermelhas e flores amarelas. Ela surge acima da folhagem e apenas uma vez. Após o florescimento, como a maioria das bromélias, a planta morre, não sem antes emitir brotos na base, que darão origem a novas plantas. Ocorre ainda uma forma variegata (vide foto), com uma faixa central amarela nas folhas.
Essa bromélia é bastante popular no paisagismo tropical. Ela acrescenta uma textura diferente e uma padrão singular a canteiros e maciços em locais semi sombreados, como sob a copa das árvores ou margeando muros. As inflorescências de cor vermelho vivo são extremamente duráveis e dão um toque de contraste ainda mais especial a esta planta. É muito utilizada também em vasos, adornando interiores bem iluminados.
Deve ser cultiva sob meia-sombra, em substrato próprio para epífitas, leve e bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Mantenha o “copo” da bromélia constantemente com água, evitando assim que a planta desidrate. Às raízes, ao contrário, podem ser molhadas esporadicamente, pois tem função mais de fixação do que de absorção nesta espécie. Fertilize com adubos foliares próprios para epífitas, bem diluídos e preferencialmente orgânicos. Teme caldas fungicidas à base de cobre, portanto não aplique calda bordalesa ou cuprocálcica em bromélias. Multiplica-se por sementes e mais facilmente pela divisão das mudas que se formam a partir do rizoma, entorno da planta mãe.Link

Saiba quais as plantas que estão em alta na decoração

Orquídeas são moda em toda casa, enquanto a bromélia é linda e diferente

Conteúdo do site ANAMARIA

Planta
O segredo da orquídea é regá-la uma vez por semana
Foto: Getty Images
As plantas têm o poder de deixar a casa mais colorida e alegre. Conheça as espécies que estão bombando no mundo da decoração e saiba como cultivá-las. As dicas são de Gustavo Curcio, mestre em Arquitetura pela Universidade de São Paulo:

Bromélia: tem uma flor exótica que pode resistir por meses. Para plantá-la, coloque no fundo do vaso uma faixa de dois dedos de areia grossa, que facilita a drenagem da água. Regue-a duas vezes por semana.

Suculenta: natural de regiões muito quentes, essa planta gosta de muito sol e pouca água. Se estiver plantada em vaso, regue-a duas vezes por semana ou quando sentir que a terra está seca ao toque. Use vasos mais rasos, já que as raízes da planta são curtas.

Bromélia

Orquídea: a maioria gosta de ficar em xaxins ou pedaços de troncos. Regue-a uma vez por semana. A planta gosta de luz, mas não suporta sol pleno e direto.Link

Descoberta !

Descoberta nova bromélia na Bahia

A descoberta da Alcantarea pataxoana foi resultado dos trabalho de pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e do Instituto de Botânica de São Paulo, e publicada na revista científica Systematic Botany volume 37(3) de 2012.

A descrição da nova espécie foi feita por Leonardo Versieux, tendo como base uma planta cultivada no Bromeliário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro sob os cuidados da bióloga Nara Vasconcellos. O exemplar do JBRJ veio de uma coleta realizada pelo pesquisador Gustavo Martinelli (CNCFlora/JBRJ) em expedição ao Parque Nacional de Monte Pascoal (BA) em 1999.

A planta foi mantida em cultivo nas estufas do JBRJ por mais de 10 anos até florescer e poder ser estudada. “Isto ressalta a importância da coleção científica do bromeliário para pesquisas, pois durante as expedições a campo algumas espécies potencialmente novas passam despercebidas por não estarem florescendo. Além disso, o contato com a planta viva permite examinar em detalhe as características das flores, que em geral se perdem no material seco e herborizado”, explica Leonardo Versieux.
A coleção do Bromeliário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro tem no total 3074 plantas de 541 espécies dessa família, sob a responsabilidade de Nara Vasconcellos. As bromélias são a família de plantas com maior número de espécies ameaçadas de extinção no Brasil.

O nome pataxoana foi uma homenagem dos autores aos índios pataxós, que habitam aquela região da Bahia e foram os primeiros a travar contato com os portugueses em 1500.

O artigo tem como autores Leonardo M. Versieux, Nara Vasconcellos, Gustavo Martinelli e Maria das Graças Lapa Wanderley, esta última do Instituto de Botânica de São Paulo. As ilustrações são de Paulo Ormindo (JBRJ e UFRRJ).