Abrigo flutuante autossustentável transforma ondas do mar em energia

Batizado de “Arca de Noé”, o projeto criado por uma dupla de arquitetos da Sérvia é um centro de abrigo flutuante e sustentável para abrigar os sobreviventes de desastres naturais. Baseado na lenda bíblica, o espaço arrojado em meio ao oceano vai garantir a alimentação das pessoas por meio da agricultura em terras férteis, filtrar as chuvas para a distribuição de água potável e ainda utilizar as ondas do mar, os raios de sol e os ventos para a geração de energia limpa.
Os responsáveis pela “Arca de Noé” são Aleksandar Joksimovic e Jelena Nikolic, que apresentaram o projeto durante uma competição internacional de arquitetura. Criada para ser itinerante, a estrutura conta com anéis e torres submarinas, responsáveis pela estabilidade da Arca.

Além da moradia oferecida aos sobreviventes, o espaço também comporta áreas de convivência, escritórios, parques e praias. Protegida por um muro de, aproximadamente, 64 metros, a estrutura fica resistente aos fortes ventos e até tsunamis. Na iminência de catástrofes, um sonar é ativado para avisar os moradores a se alocarem em bolhas submarinas.
Pensando em “migrar” a vida da terra firme para o alto-mar e salvar o maior número de vidas possível depois de catástrofes, a construção conseguirá conectar-se a outras estruturas flutuantes ou navios e barcos, por meio de uma rede de cabeamentos submarinos.Segundo o InHabitat, a Arca de Noé também foi projetada para atracar em terra firme, sobretudo para realizar o resgate dos sobreviventes.

O projeto conta com torres eólicas, painéis fotovoltaicos e turbinas submarinas, que produzem eletricidade por meio das correntes oceânicas. A fim de estimular o desenvolvimento sustentável das espécies do ecossistema local, a parte inferior da arca é preenchida por uma manta de corais artificiais. Além disso, o projeto também oferece abrigo aos animais – não só aos que vivem nos oceanos, mas também aos resgatados das catástrofes.
Por Gabriel Felix – Redação CicloVivo Link

Eco Boulevard – árvores artificiais sustentáveis

Um bairro novo em Madri. A necessidade de criar espaços de convívio que estimulassem o encontro e auxiliassem o micro clima urbano, um local meio árido. Eis o mote do Projeto deBelinda Tato e sua equipe: O Eco Boulevard de Vallecas, vencedor de um concurso para estimular a região.   


“O projeto é um compromisso com o espaço público como lugar de encontro, que é a essência da cidade compacta, a cidade do Mediterrâneo”.Belinda Tato

A ideia foi a construção de três grandes cilindros que funcionam como árvores. E justo para que o ambiente pudesse contar com verde e suas vantagens, que se fosse esperar pelo crescimento de árvores reais levaria muito tempo. E a necessidade era agora.
Utilizando 90% de materiais reciclados e energia solar através de painéis na parte superior, as estruturas apostam em soluções que privilegiem o encontro sem gerar resíduos ou consumir grandes quantidades de energia e verbas.

Pelo que entendi, seriam como árvores artificiais que cumpririam o papel de propiciar um clima agradável em um local de múltiplos usos até que as árvores de verdade cresçam. Aí podem ser desmontados e reciclados.

Utilizando ventos e evapotranspiração para irrigar as plantas, o sistema é capaz de aumentar umidade relativa do ar e reduzir a temperatura.

 

 

 

Um projeto interessante, sem dúvida. Não sei se esteticamente bonito, a mim parecem mais com usinas do que com espaços lúdicos. Acho que me agradaria mais se fossem involucros de fábricas ou de atividades geradoras de poluição ambiental. Mas não posse deixar de reconhecer que tem potencial.
Fotos Link

Eco Boulevard – árvores artificiais sustentáveis

Um bairro novo em Madri. A necessidade de criar espaços de convívio que estimulassem o encontro e auxiliassem o micro clima urbano, um local meio árido. Eis o mote do Projeto deBelinda Tato e sua equipe: O Eco Boulevard de Vallecas, vencedor de um concurso para estimular a região.   


“O projeto é um compromisso com o espaço público como lugar de encontro, que é a essência da cidade compacta, a cidade do Mediterrâneo.Belinda Tato

A ideia foi a construção de três grandes cilindros que funcionam como árvores. E justo para que o ambiente pudesse contar com verde e suas vantagens, que se fosse esperar pelo crescimento de árvores reais levaria muito tempo. E a necessidade era agora. 
Utilizando 90% de materiais reciclados e energia solar através de painéis na parte superior, as estruturas apostam em soluções que privilegiem o encontro sem gerar resíduos ou consumir grandes quantidades de energia e verbas.

Pelo que entendi, seriam como árvores artificiais que cumpririam o papel de propiciar um clima agradável em um local de múltiplos usos até que as árvores de verdade cresçam. Aí podem ser desmontados e reciclados.
 

Utilizando ventos e evapotranspiração para irrigar as plantas, o sistema é capaz de aumentar umidade relativa do ar e reduzir a temperatura.





Um projeto interessante, sem dúvida. Não sei se esteticamente bonito, a mim parecem mais com usinas do que com espaços lúdicos. Acho que me agradaria mais se fossem involucros de fábricas ou de atividades geradoras de poluição ambiental. Mas não posse deixar de reconhecer que tem potencial. 
Fotos Link

Pesquisadores criam “flores” para armazenamento de energia solar

Alguma vez você já imaginou que poderia encontrar flores condutoras de energia? Saiba que uma nova tecnologia promete grandes inovações no campo da energia sustentável.
Cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, criaram em laboratório uma espécie de “flor” semicondutora, feita de sulfeto de germânio (GeS). São denominadas “nanoflores”.
A partir do aquecimento do pó de GeS, até a vaporização, são formadas diversas camadas, que por fim, tomam o formato de uma flor de cravo. A técnica potencializa o material ao proporcionar a absorção de energia solar e torná-la útil.
O GeS é um componente de baixo custo e não tóxico, segundo a pesquisa. E é por esse fator que se busca utilizá-lo em células solares, onde, normalmente, o que acontece é o oposto.
De acordo com o professor Linyou Cao, coautor do artigo sobre o estudo, a grande área de superfície da pétala permitirá aprimorar a capacidade de baterias e de supercapacitores.
Com informações do Ciclo Vivo Link

DOIS ESTADOS BRASILEIROS ESTÃO EM LISTA DOS PROJETOS MAIS SUSTENTÁVEIS DO MUNDO

Cidade Pedra Branca, em Palhoça, e Parque da Cidade, em São Paulo, aparecem na lista elaborada pelo Programa Climate Positive Development, da Rede C40 a da Fundação Clinton (Programa Clinton Climate Initiative Cities –Iniciativa Comunidades Sustentáveis), que, juntamente com os outros projetos fundadores, demonstrarão estratégias positivas para o clima, estabelecendo um forte exemplo ambiental e econômico a ser seguido pelas cidades.
A Cidade Universitária Pedra Branca defende o conceito de Urbanismo Sustentável, integrando uma preocupação com os pedestres, com as construções sustentáveis e a quantidade de espaços públicos, além de toda uma infra-estrutura de alta performance desenvolvida para as áreas de tecnologia e saúde.
Pedra Branca - 18 mais
O Parque da Cidade inspira-se no conceito Cidades Compactas, onde tudo está concentrado em um mesmo espaço. A sustentabilidade incorpora a preservação ambiental e o compromisso com a promoção do desenvolvimento humano, econômico e cultural. O conjunto de soluções considera metas em otimização do uso do solo, saúde e sociedade, transporte e acessos, redução na emissão de CO2, construção de rede, além de gestão da água, energia e resíduos.
Parque da Cidade - 18 mais
Os outros projetos fundadores são: Victoria Harbour e Barangardo (Austrália), Menlyn Maine (África do Sul), Magok Urban Project (Japão), Mahindra World City e Godrej Garden City (Índia), Panamá Pacífico (Panamá), Project Zero (Polônia), Stockholm Royal Seaport (Suécia), Albert Basin (Irlanda do Norte), Elephant & Castle (Inglaterra) e os americanos Dorckside Green, Ecodistricts, Treasure Island, Oberlin e Waterfront Toronto.Link