OS CAÇA-CAÇAMBAS

Eles são designers, arquitetos, paisagistas, artesãos, fotógrafos. Atuam em diferentes áreas, mas têm em comum o olhar – ou, em alguns casos, o faro – apuradíssimo para garimpar peças descartadas pelos outros. Se você nunca vasculhou uma caçamba, veja estas histórias e arrisque-se

Os lustres verdes da sala de jantar do paisagista Gilberto Elkis foram comprados de um caçambeiro por R$ 50. O tabuleiro de foco usado pela TV Tupi (no fundo, à esq.) também foi garimpado na rua (Foto: Felipe Gombossy)Os lustres verdes da sala de jantar do paisagista Gilberto Elkis foram comprados de um caçambeiro por R$ 50. O tabuleiro de foco usado pela TV Tupi (no fundo, à esq.) também foi garimpado na rua (Foto: Felipe Gombossy)
Gilberto Elkis
O paisagista Gilberto Elkis adora objetos antigos, mas, devido à falta de tempo, ele acaba terceirizando o trabalho: Elkis conta com a ajuda de cinco caçambeiros de confiança para essa tarefa. “Se estou andando e vejo alguma peça legal, eu paro e converso com o catador. Eles sabem que eu gosto dessas coisas e, quando encontram um objeto legal, me ligam”, conta. O depósito do paisagista, na Rodovia Raposo Tavares, está recheado de itens adquiridos assim. “Às vezes eu nem sei onde vou usar, mas compro porque me apaixonei pela peça.” Os lustres verdes, que decoram a sala de jantar, foram arrematados com um caçambeiro no bairro de Pinheiros. “Ele queria R$ 100. Pechinchei e acabei levando as duas peças por R$ 50”, diz.

Adriana usou o armário de cozinha que seu vizinho jogou na caçamba. Bastaram algumas demãos de tinta para ele ficar novo (Foto: Felipe Gombossy)Adriana usou o armário de cozinha que seu vizinho jogou na caçamba. Bastaram algumas demãos de tinta para ele ficar novo (Foto: Felipe Gombossy)
Adriana Yazbek
A arquiteta Adriana Yazbek tem o hábito de reciclar peças desde criança. “Quando ganhava um presente, eu guardava o embrulho e a fita e acabava fazendo brinquedos com isso. Era a minha melhor brincadeira”, lembra. A habilidade de transformar objetos foi testada no armário, hoje amarelo e roxo, que decora seu espaço de criação. “Meu vizinho trocou toda a cozinha e jogou fora os armários antigos. Ele era de Formica brilhante azul calcinha, mas tinha potencial. Mudei a cor e mantive os puxadores originais.” Tanto o armário da sala como o pé do sofá também foram encontrados na rua. “Se estou passando e vejo uma coisa interessante na caçamba, paro para pegar. Mas é preciso ter um certo controle, senão você vai acabar parando em todas as que vir pela frente. Tem de avaliar se a peça está em boas condições.”

Ana tem uma enorme coleção de bancos e a maioria veio de caçambas. O armário na parede também foi encontrado na rua. Para atualizá-lo, ela colou um tecido de renda rosa em seu interior (Foto: Felipe Gombossy)Ana tem uma enorme coleção de bancos
e a maioria veio de caçambas. O armário
na parede também foi encontrado na rua.
Para atualizá-lo, ela colou um tecido de
renda rosa em seu interior (Foto: Felipe
Gombossy)

Ana Moraes

A artista plástica Ana Moraesdesenvolve peças e esculturas a partir de materiais descartados, como arames e latas. Por isso, procurar objetos em caçambas é algo que ela faz com frequência. “Em vez de consumir o tempo todo, deveríamos reaproveitar o que vai para o lixo. Tem muita coisa legal que dá para usar”, conta ela, que já achou um armário, uma cúpula de abajur, muitos bancos e um baú militar. “Procurar peças em caçambas é meio viciante. Quando trago alguma coisa para casa, eu sempre lavo com água sanitária ou desinfetante. Dou um banho mesmo, porque não dá para saber quanto tempo ela ficou ali jogada.”


 Tudo veio de caçambas: Antônio Figueira de Mello está sentado em um tambor de máquina de lavar. Na banheira transformada em sofá estão Thiago Rodrigues, o boston terrier Fusca e Sérgio Cabral. Lula Gouveia está ao lado, no carretel industrial (Foto: Felipe Gombossy)Tudo veio de caçambas: Antônio Figueira de Mello está sentado em um tambor de máquina de lavar. Na banheira transformada em sofá estão Thiago Rodrigues, o boston terrier Fusca e Sérgio Cabral. Lula Gouveia está ao lado, no carretel industrial (Foto: Felipe Gombossy)
Superlimão Studio
O quintal do escritório de arquitetura Superlimão Studio é inteiro decorado com desmanches de obras e objetos abandonados em caçambas: carretéis industriais, brinquedos de criança, tambor de máquina de lavar, carrinho de supermercado… Com o olhar criativo dos quatro sócios, as peças ganham uma nova utilidade, como a banheira cortada ao meio que virou sofá ou as aparas de alumínio naval que se transformaram em luminárias. Segundo o grupo, é preciso deixar o preconceito de lado e treinar o olhar. “Muita peça pode ser reaproveitada. Só é preciso avaliar, por exemplo, no caso de um item de madeira, se não há cupim, para não levar a praga para a casa”, diz Lula Gouveia.

O tapete que Lufe desenrola estava jogado na rua. Já o banco e a placa foram encontrados em caçambas do bairro Cerqueira César. Até o vaso laranja é um galão de água reaproveitado (Foto: Felipe Gombossy)O tapete que Lufe desenrola estava jogado
na rua. Já o banco e a placa foram
encontrados em caçambas do bairro
Cerqueira César. Até o vaso laranja
é um galão de água reaproveitado
(Foto: Felipe Gombossy)
Lufe Gomes
Foi em Londres, onde morou por quatro anos, que o fotógrafo Lufe Gomes aprendeu a garimpar peças usadas. “Adquiri o hábito que eles têm de reaproveitar as coisas. Acho chique ter objetos antigos, porque carregam uma história”, diz. Os itens garimpados em caçambas ou comprados em mercados de pulga são maioria na decoração do apartamento. O tapete estava jogado na rua e o banco foi encontrado em frente ao prédio do fotógrafo. “Dei muita sorte, porque o caminhão de lixo passou logo em seguida. Salvei o banquinho da morte”, afirma. A placa em formato de disco, xodó de Lufe, também veio da rua. “Ela ficava na vitrine de uma loja e eu sempre parava para olhar. Fazia academia no mesmo prédio e, quando estava alongando, avistei pela janela a placa na caçamba. Desci correndo para pegá-la”.

 
De janelas antigas, Claudia criou o cabideiro em que se apoia na foto e o espelho disposto na parede (Foto: Felipe Gombossy)De janelas antigas, Claudia criou o cabideiro em que se apoia na foto e o espelho disposto na parede (Foto: Felipe Gombossy)
Claudia Regina
Nas mãos da artesã Claudia Regina, do ateliê La Calle Florida, tábuas de madeira se transformam em quadros, assim como janelas antigas viram cabideiros, quadros de aviso e murais de fotos. “Tudo pode ser modificado, mas você tem de ter espírito para a coisa. Não adianta levar um monte de madeira para casa sem saber o que vai fazer com ela”, diz. Segundo Claudia, dependendo do material, é necessário ter algumas habilidades manuais. “Pegar um objeto descartado demanda certo trabalho, porque você sempre vai ter de restaurar ou fazer algum tipo de customização. O lado bom é que você não gasta nada e consegue um resultado muito legal.”Link
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OS CAÇA-CAÇAMBAS

Eles são designers, arquitetos, paisagistas, artesãos, fotógrafos. Atuam em diferentes áreas, mas têm em comum o olhar – ou, em alguns casos, o faro – apuradíssimo para garimpar peças descartadas pelos outros. Se você nunca vasculhou uma caçamba, veja estas histórias e arrisque-se

Os lustres verdes da sala de jantar do paisagista Gilberto Elkis foram comprados de um caçambeiro por R$ 50. O tabuleiro de foco usado pela TV Tupi (no fundo, à esq.) também foi garimpado na rua (Foto: Felipe Gombossy)Os lustres verdes da sala de jantar do paisagista Gilberto Elkis foram comprados de um caçambeiro por R$ 50. O tabuleiro de foco usado pela TV Tupi (no fundo, à esq.) também foi garimpado na rua (Foto: Felipe Gombossy)
Gilberto Elkis
O paisagista Gilberto Elkis adora objetos antigos, mas, devido à falta de tempo, ele acaba terceirizando o trabalho: Elkis conta com a ajuda de cinco caçambeiros de confiança para essa tarefa. “Se estou andando e vejo alguma peça legal, eu paro e converso com o catador. Eles sabem que eu gosto dessas coisas e, quando encontram um objeto legal, me ligam”, conta. O depósito do paisagista, na Rodovia Raposo Tavares, está recheado de itens adquiridos assim. “Às vezes eu nem sei onde vou usar, mas compro porque me apaixonei pela peça.” Os lustres verdes, que decoram a sala de jantar, foram arrematados com um caçambeiro no bairro de Pinheiros. “Ele queria R$ 100. Pechinchei e acabei levando as duas peças por R$ 50”, diz.

Adriana usou o armário de cozinha que seu vizinho jogou na caçamba. Bastaram algumas demãos de tinta para ele ficar novo (Foto: Felipe Gombossy)Adriana usou o armário de cozinha que seu vizinho jogou na caçamba. Bastaram algumas demãos de tinta para ele ficar novo (Foto: Felipe Gombossy)
Adriana Yazbek
A arquiteta Adriana Yazbek tem o hábito de reciclar peças desde criança. “Quando ganhava um presente, eu guardava o embrulho e a fita e acabava fazendo brinquedos com isso. Era a minha melhor brincadeira”, lembra. A habilidade de transformar objetos foi testada no armário, hoje amarelo e roxo, que decora seu espaço de criação. “Meu vizinho trocou toda a cozinha e jogou fora os armários antigos. Ele era de Formica brilhante azul calcinha, mas tinha potencial. Mudei a cor e mantive os puxadores originais.” Tanto o armário da sala como o pé do sofá também foram encontrados na rua. “Se estou passando e vejo uma coisa interessante na caçamba, paro para pegar. Mas é preciso ter um certo controle, senão você vai acabar parando em todas as que vir pela frente. Tem de avaliar se a peça está em boas condições.”

Ana tem uma enorme coleção de bancos e a maioria veio de caçambas. O armário na parede também foi encontrado na rua. Para atualizá-lo, ela colou um tecido de renda rosa em seu interior (Foto: Felipe Gombossy)Ana tem uma enorme coleção de bancos
e a maioria veio de caçambas. O armário
na parede também foi encontrado na rua.
Para atualizá-lo, ela colou um tecido de
renda rosa em seu interior (Foto: Felipe
Gombossy)

Ana Moraes

A artista plástica Ana Moraesdesenvolve peças e esculturas a partir de materiais descartados, como arames e latas. Por isso, procurar objetos em caçambas é algo que ela faz com frequência. “Em vez de consumir o tempo todo, deveríamos reaproveitar o que vai para o lixo. Tem muita coisa legal que dá para usar”, conta ela, que já achou um armário, uma cúpula de abajur, muitos bancos e um baú militar. “Procurar peças em caçambas é meio viciante. Quando trago alguma coisa para casa, eu sempre lavo com água sanitária ou desinfetante. Dou um banho mesmo, porque não dá para saber quanto tempo ela ficou ali jogada.”

 

 Tudo veio de caçambas: Antônio Figueira de Mello está sentado em um tambor de máquina de lavar. Na banheira transformada em sofá estão Thiago Rodrigues, o boston terrier Fusca e Sérgio Cabral. Lula Gouveia está ao lado, no carretel industrial (Foto: Felipe Gombossy)Tudo veio de caçambas: Antônio Figueira de Mello está sentado em um tambor de máquina de lavar. Na banheira transformada em sofá estão Thiago Rodrigues, o boston terrier Fusca e Sérgio Cabral. Lula Gouveia está ao lado, no carretel industrial (Foto: Felipe Gombossy)

Superlimão Studio
O quintal do escritório de arquitetura Superlimão Studio é inteiro decorado com desmanches de obras e objetos abandonados em caçambas: carretéis industriais, brinquedos de criança, tambor de máquina de lavar, carrinho de supermercado… Com o olhar criativo dos quatro sócios, as peças ganham uma nova utilidade, como a banheira cortada ao meio que virou sofá ou as aparas de alumínio naval que se transformaram em luminárias. Segundo o grupo, é preciso deixar o preconceito de lado e treinar o olhar. “Muita peça pode ser reaproveitada. Só é preciso avaliar, por exemplo, no caso de um item de madeira, se não há cupim, para não levar a praga para a casa”, diz Lula Gouveia.

O tapete que Lufe desenrola estava jogado na rua. Já o banco e a placa foram encontrados em caçambas do bairro Cerqueira César. Até o vaso laranja é um galão de água reaproveitado (Foto: Felipe Gombossy)O tapete que Lufe desenrola estava jogado
na rua. Já o banco e a placa foram
encontrados em caçambas do bairro
Cerqueira César. Até o vaso laranja
é um galão de água reaproveitado
(Foto: Felipe Gombossy)
Lufe Gomes
Foi em Londres, onde morou por quatro anos, que o fotógrafo Lufe Gomes aprendeu a garimpar peças usadas. “Adquiri o hábito que eles têm de reaproveitar as coisas. Acho chique ter objetos antigos, porque carregam uma história”, diz. Os itens garimpados em caçambas ou comprados em mercados de pulga são maioria na decoração do apartamento. O tapete estava jogado na rua e o banco foi encontrado em frente ao prédio do fotógrafo. “Dei muita sorte, porque o caminhão de lixo passou logo em seguida. Salvei o banquinho da morte”, afirma. A placa em formato de disco, xodó de Lufe, também veio da rua. “Ela ficava na vitrine de uma loja e eu sempre parava para olhar. Fazia academia no mesmo prédio e, quando estava alongando, avistei pela janela a placa na caçamba. Desci correndo para pegá-la”.


De janelas antigas, Claudia criou o cabideiro em que se apoia na foto e o espelho disposto na parede (Foto: Felipe Gombossy)De janelas antigas, Claudia criou o cabideiro em que se apoia na foto e o espelho disposto na parede (Foto: Felipe Gombossy)
Claudia Regina
Nas mãos da artesã Claudia Regina, do ateliê La Calle Florida, tábuas de madeira se transformam em quadros, assim como janelas antigas viram cabideiros, quadros de aviso e murais de fotos. “Tudo pode ser modificado, mas você tem de ter espírito para a coisa. Não adianta levar um monte de madeira para casa sem saber o que vai fazer com ela”, diz. Segundo Claudia, dependendo do material, é necessário ter algumas habilidades manuais. “Pegar um objeto descartado demanda certo trabalho, porque você sempre vai ter de restaurar ou fazer algum tipo de customização. O lado bom é que você não gasta nada e consegue um resultado muito legal.”Link

Horta feita com garrafas pet

Floreira feita com duas garrafas pet
 Por Sherol Vinhas 
Lembro que minha avó usava latas de tinta de parede como vasos, pendurados ao longo do muro no quintal. Naquela época da minha infância, reciclar era uma palavra que ainda não existia, mas tenho muito orgulho em lembrar que a minha vozinha já tinha, naqueles anos, um senso evoluído de cuidado com a natureza.

 Como Fazer:
Separe 2 garrafas pet de 2 litros, uma tesoura bem afiada, estilete e uma caneta marcadora de cd.
Corte a ponta das garrafas Encaixe as garrafas e marque com caneta
Corte as pontas das garrafas bem na marca da dobra do corpo, como na imagem. Encaixe uma na outra com uma boa margem e marque com a caneta onde cortará a abertura do seu vaso.
Recorte onde marcou Fixe as garrafas com grampeador
Desencaixe para ficar mais fácil de recortar, e corte na marcação. Encaixe novamente uma na outra e fixe.

Também dá para fazer furos nessa junção e fixar usando arames, ou ainda amarrar com fio de nylon. Para ficar bem firme é preciso fazer vários furos ao longo da emenda.
MArque onde fará os furos para os pés Recorte os furos
Depois de fixas as partes, use o gargalo para marcar o suporte dos pés. Com a tesoura bem afiada recorte onde você marcou.
Para os pés você usará as duas pontas das garrafas cortadas lá no início. Cada corpo de garrafa terá o seu pé.
Encaixe o gargalo no furo Finalize sua floreira e plante as mudas
Encaixe o gargalo da garrafa no furo por fora do corpo. Atarraxe a tampa por dentro. Voilá! Seu vaso de garrafa pet está pronto, com pés, e super firme.
Agora é só fazer mais furos na base do seu vaso para escoar bem a água e decorar a sua garrafa pet do modo que você preferir. Uma boa dica é usar tinta PVA para artesanato e colorir a superfície com desenhos bem alegres.Link

3 usos espertos para as bandejas de isopor

Bandejinha_Isopor
Vamos combinar, elas poluem. São feias. E frágeis. E não ficam bem de pratinho pra vaso, não. Tentei pintar algumas, mas, com a umidade, a tinta sai. Eu continuaria a ter 37 detestáveis bandejinhas de isopor não fossem dois brilhantes acasos.
Fui comprar queijo no mercado central e o vendedor usou pedaços de bandejinha para cobrir as áreas expostas de uma fatia de brie. Como esse queijo endurece em contato com o ar, o isopor “cola” nele e protege o corte, mantendo a cremosidade. Fiz o teste com outros queijos moles e posso garantir que eles duram mais na geladeira.
O segundo uso é bem mais, digamos, popular (a menos que você tenha uma fábrica de brie, é claro). Ao montar um vaso para receber uma planta, faça a drenagem com cacos de isopor em vez de argila expandida. Eles deixam o vaso mais leve e não atraem nenhum tipo de praga. A única observação é que não tampem completamente os furos do vaso, até porque o isopor vai ficando mais compacto com o tempo e pode entupir a saída de água. Resolva isso arrumando os pedaços de isopor de modo a deixarem vãos estratégicos perto dos furos. Aliás, orquídeas de árvore – como a Phalaenopsis aí da foto – adoram substrato leve, então, você pode misturar pedaços de isopor aos cacos de carvão, casca de pinus e chips de coco (que compõem o substrato misto mais comum).  Tenho usado tanto isopor nas minhas plantas que acabei em menos de um mês com a coleção de bandejinhas.
O terceiro uso? Render um post ecológico não vale? Link

Recicle !

Muito criativo o robozinho reciclado  feito com peças de metal. O robô é criação do escultor Fred Conlon, que reutiliza em suas obras de arte, ferramentas e parafusos descartados em ferro-velho e lixões.
O robozinho pode ser um lindo objeto de decoração e até um objeto de utilidade como porta-vaso e porta-garrafa.
Se inspire e faça o seu em casa, reciclando e reutilizando ferramentas usadas.
Fica bonito, alegra o ambiente e nosso planeta agradece!
Linda ideia ecológica de reciclagem, usada na decoração.