Você conhece essas FLORES ?

Flores da Cebola (Allium cepa)

A cebola é um bulbo comestível que teve origem no centro da Ásia, e caminhando para o ocidente, atingiu a Pérsia de onde se irradiou para a África e por todo continente europeu.

Daí, foi trazida para as Américas, pelos seus primeiros colonizadores.

No Brasil a introdução da cebola se deu principalmente através do Rio Grande do Sul, se espalhando por todo o país.

Pertence à família Alliaceae .

 
 
Foto de PlantaSonya.
Foto de PlantaSonya.
 
 
 
Flor do Pepino (Cucumis sativus)

O Pepino é o fruto do Pepineiro, que se come geralmente em forma de salada.
O pepino é um diurético natural e de grande ajuda na dissolução de cálculos renais.

Ele é rico em potássio, que proporciona flexibilidade aos músculos e dá elasticidade às células que compõem a pele.
Isso resulta em rejuvenescimento da epiderme, especialmente a do rosto.

Flor do Pepino (Cucumis sativus)</p><br />
<p>O Pepino é o fruto do Pepineiro, que se come geralmente em forma de salada. </p><br />
<p>O pepino é um diurético natural e de grande ajuda na dissolução de cálculos renais. </p><br />
<p>Ele é rico em potássio, que proporciona flexibilidade aos músculos e dá elasticidade às células que compõem a pele. </p><br />
<p>Isso resulta em rejuvenescimento da epiderme, especialmente a do rosto.
Pepino (Cucumis sativus)</p><br />
<p>O Pepino é o fruto do Pepineiro, que se come geralmente em forma de salada. </p><br />
<p>O pepino é um diurético natural e de grande ajuda na dissolução de cálculos renais. </p><br />
<p>Ele é rico em potássio, que proporciona flexibilidade aos músculos e dá elasticidade às células que compõem a pele. </p><br />
<p>Isso resulta em rejuvenescimento da epiderme, especialmente a do rosto.
 
 

Flor da Carambola

A Carambola é o fruto da Caramboleira (Averrhoa carambola ), uma árvore ornamental de pequeno porte, da família das Oxalidaceae. É largamente usada como planta de arborização de jardins e quintais. É originária da Índia, sendo muito conhecida na China.

Flor da Carambola
Carambola - Fruto da Caramboleira
 
 
Alho-porró ou Alho-poró (Allium ampeloprasum var. porrum)Vegetal pertencente à mesma família das cebolas e os alhos, a (Alliaceae).Seus bulbos e talos são muito utilizados na culinária. (4 fotos)

Flor do Alho-porró ou Alho-poró (Allium ampeloprasum var. porrum)
Alho-porró ou Alho-poró (Allium ampeloprasum var. porrum)
Alho-porró ou Alho-poró (Allium ampeloprasum var. porrum)
Flor do Alho-porró ou Alho-poró (Allium ampeloprasum var. porrum)
 
 
 
Flor da Mandioca (Manihot esculenta Crantz)Conhecida também como Aipim e Macaxeira a Mandioca pertence à família Euphorbiaceae e é originária da América do Sul, Brasil.Constitui em um dos principais alimentos energéticos para mais de 700 milhões de pessoas, principalmente nos países em desenvolvimento.

Mais de 100 países produzem mandioca, sendo que o Brasil participa com 10% da produção mundial (é o segundo maior produtor do mundo).

De fácil adaptação, a mandioca é cultivada em todos os estados brasileiros, situando-se entre os oito primeiros produtos agrícolas do país, em termos de área cultivada, e o sexto em valor de produção.

Flor da Mandioca (Manihot esculenta Crantz)
Mandioca (Manihot esculenta Crantz)

Flores do Gengibre (Zingiber officinale)

Planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. Outro nome conhecido no norte do Brasil, é Mangarataia

Pode atingir mais de 1 m de altura. As folhas verde-escuras nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo (rizoma). As flores são tubulares, amarelo-claro e surgem em espigas eretas.

Uma árvore solitária

Gosto de ouvir as plantas, escutar suas alegrias e tristezas
A árvore do Ténéré me chamou atenção pela solidão em que vivia. Habitava uma grande planície de areias douradas, no deserto de Saara, isolada nessas dunas ermas sob um sol de 50º. Quase sem água para molhar suas raízes, era o único pau lenhoso, em um raio de duzentos quilômetros, sustentando uma massa de ramos secos e confusos, lá pela década de 1970.
Árvore solitária
 Essa acácia – assim se chamava – levava uma existência onde o vazio era seu companheiro, desistindo de qualquer transformação no seu contorno. Sem flores ou frutos, renunciara às visitas de pássaros que poderiam lhe ajudar à formar um bosque de filhos e de netos. Sua solidão começara ao nascer, obrigando-lhe uma independência de todos e de tudo. Não fora abandonada nem rejeitada, por isso não sabia o que era amar ou ser amada e seu único sentimento era do ser e de subsistir, sem ter passado jamais por mexericos ou elogios.
Acostumada com esse nada crônico era amiga do vento e admirava o sol. Às vezes uma caravana descansava em volta dela, usando-a como referência no deserto, e os Azalai – comerciantes tuaregues de sal – que faziam essa rota, sentiam temores de caráter sagrado, venerando seus ramos que apontavam para o céu. Ela, no entanto, era indiferente a qualquer reverência e preferia a solidão à que estava acostumada. Não se preparara para qualquer convívio, preocupando-se apenas em expandir suas raízes por mais de trinta e cinco metros de seu tronco, para buscar a água necessária que lhe permitisse viver e continuar contemplando o vácuo do nada e a não existência de qualquer outra coisa do que sua sombra. Por fim, e a seu modo, era feliz, mesmo divorciada dos prazeres jubilosos que outras acácias pudessem sentir nas florestas desta vida.
Um dia, admirando um sol que era só seu e que brilhava solitário no isolamento que ele próprio inventara, sentiu um golpe fatal no seu corpo de madeira e, perdendo o equilíbrio, tombou na areia para não levantar nunca mais. Fora atropelada por uma fatalidade. Um caminhão mal conduzido por alguém que não entendeu seu desejo de buscar, na solidão, o vazio do universo. Aquela que jamais se socializara teve uma morte sem testemunhas, encontrando uma paz insólita, depois de tantos anos e, como em um velório sem amigos nem parentes, a acácia partiu de madrugada, sem avisar o sol e abraçada com o vento.Link