COMO FAZER UM JARDIM VERTICAL

Parede Verde, também conhecido como jardim verticalpainel verdefachada verde e Ecoparede é um sistema de revestimento de parede com vegetação, com as características abaixo:
– Pode ser instalado em qualquer ambiente (jardim vertical interior ou jardim vertical exterior);
– Tamanho deve ser de múltiplos de largura de 45cm e altura de 10cm;
– Requer cuidados mínimos;
– Disponível para todo território nacional;
– Sistema de hidrocultura;
– Pode ser ornamental ou cultivo;
– Irrigação automatizada e com fertilizantes orgânicos;
– Cada módulo pode ser retirado da parede, independente do conjunto, caso necessite ser substituído;
– O jardim vertical é montado destacado da parede, evitando assim passar umidade ao prédio;
– O jardim vertical é uma forma de amenizar a árida aparência dos prédios urbanos;
– O jardim vertical é uma forma eficaz de combater o efeito ilha de calor urbano, pois evita acumulo de energia;
– Desde pequenos muros até grandes fachadas prediais, todos se adaptam a este processo de dinamização e revitalização de fachadas, tornando-as verdadeiramente vivas e ecologicamente ativas.
Você encontra o arquivo PDF com as especificações desse tipo de jardim aqui:

RESIDÊNCIA SUSTENTÁVEL INDICA JARDIM DE PAREDE CANGURU COMO OPÇÃO PARA ESPAÇOS PEQUENOS

Para incorporar a arquitetura sustentável na sua casa não é necessário criar um “efeito floresta”, montar ambientes rústicos ou apostar em uma decoração primitiva.

E é essa a proposta do Projeto Residência Sustentável: demonstrar que não é necessário abrir mão de conforto e beleza para implementar a sustentabilidade na decoração.
Seguindo o conceito, o Residência Sustentável recentemente deu destaque ao Jardim de Parede Canguru da Ecotelhado.
O produto é apresentado na versão ornamental e também para cultivo, opção que permite o plantio de temperos e hortaliças. A montagem é composta por floreiras produzidas com plástico reciclado e colocadas uma sobre a outra.
Para instalação é preciso somente pontos de luz, agua e dreno. A irrigação é feita de forma automatizada e com fertilizantes orgânicos, a chamada ferti-irrigação.
O blog Residência Sustentável conversou com a diretora da EcotelhadoManuela Feijó, que explicou melhor o funcionamento do sistema. Confere só:
Quais as espécies que podem ser utilizadas na Ecoparede?
Podemos usar quase todas forrações de pequeno e médio porte até pequenos arbustos, desde que plantados pequenos. Recomenda-se observar se o local tem sol, sombra ou meia sombra para melhor escolha das plantas. No caso de plantas de interior, deve-se medir a luminosidade e se necessário proporcionar iluminação artificial.
Quais as indicações de uso da Ecoparede?
O jardim vertical traz vida a todos os espaços, levando o verde ao convívio das pessoas. Pode ser usado em hospitais, escritórios, residências, lojas, bancos, repartições ou espaços públicos.
Ecoparede pode ser usada em quais casos?
Em todos ambientes, com vantagem de não tomar espaço, além de poder ser utilizado para agricultura urbana de muitas hortaliças como alface, rúcula, radite e temperos.
Como é o sistema de limpeza? Há perigo de aumento de umidade e de geração de mofos?
Há aumento de umidade pela irrigação o que pode ser desejável em muitos climas. Por não utilizar substrato  orgânico ou feltro, o sistema jardim vertical canguru não apresenta mofo.
Há necessidade de incidência solar mínima?
A incidência solar pode ser substituída pela luz artificial desde que em potência e distribuição compatível e eficiente.
Qual o valor médio de sua instalação?
Varia de acordo com o tamanho e tipos de plantas utilizadas. O tamanho interfere pelo custo do deslocamento e mão de obra e o tipo de plantas pelo valor individual das espécies. A tendência é que quanto maior for a metragem quadrada, menor será o valor unitário.
Como pedir um orçamento?Link

10 Formas de Trazer o Exterior para o Interior

Encontrei muitas sugestões nestes ambientes de como trazer o verde ou o EXTERIOR para o INTERIOR. Essa é uma super tendência atual – fato! Quem não precisa de um “respiro” de ambientes fechados, escritórios, e asfalto atualmente? Então vamos ver como é feita essa conversa?
1.Arranjos e Vasos Verdes Polpudos em Grande Quantidade
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Em muitos e muitos ambientes, o destaque da produção e ambientação ficava por conta dos vasos. Os arranjos dos mais variados estilos em geral se utilizavam de espécies duráveis, como folhagens, suculentas e orquídeas, e conversavam com o estilo da decoração.
2.Jardins Verticais, já foram hit, mas continuam sendo uma ótima opção.
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Em outras edições da Casa Cor, os jardins verticais já atuaram como verdadeiros protagonistas dos ambientes internos e externos. Agora que eles já fazem parte do repertório de projeto da maioria, aparecem de maneiras novas, como um complemento ao projeto de decoração, trazendo é claro, vida e verde aos ambientes.
3.Espécies simples e fáceis de cuidar, velhas conhecidas.
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Sabe aquelas plantinhas que você costumava ver na casa da sua avó? Então, elas estão reaparecendo em todos os lugares, tanto em ambientes internos quanto externos. Principalmente porque são espécies que se adaptam super bem ao nosso clima e são fáceis de cuidar. Junto com elas musgos e suculentas que também se encaixam nesta categoria.
4.Paisagismo de impacto visual, estilo contemporâneo, mas simples de ser executado.
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Os projetos de paisagismo em geral não utilizaram espécies mirabolantes, exóticas, ou jardins de alta complexidade. Seu impacto estava muitas vezes no design, nas cores, nos móveis, no desenho. Misturando gramas, pedriscos, espécies pontuais ou conjuntos, conseguiam um efeito bonito e que pode facilmente ser utilizado em áreas externas de qualquer tamanho.
5.Quadros que trazem o exterior para o interior.
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Fiquei encantada com a seleção de obras de arte em alguns ambientes, principalmente de fotografias. Estes dois especialmente abriam verdadeiras “janelas” para o exterior, nos transportando para lugares como uma rua tranquila e arborizada, ou uma vista deslumbrante do mar. Já estou pensando em qual parede da minha casa vou colocar uma foto dessas!
6.Plantas de pequeno porte, inseridas de forma criativa e charmosa nos ambientes.
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Essa é pra ninguém mais falar que não tem espaço para um vasinho ou uma hortinha! Vasinhos pequenos apareceram das formas mais inusitadas e charmosas. Desde que tenham a iluminação e manutenção correta, eles podem sim trazer um toque de verde para qualquer ambiente! Por serem fáceis de transportar também pode ser feito um rodízio de vasos para que eles fiquem mais saudáveis.
7.Composições de vasos, práticas e fáceis de encaixar em áreas pequenas ou internas.
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Olha que graça essa composição de vasos, e ainda mais este suporte vertical com floreiras quadradas! São soluções que cabem até na minha varandinha, rs. Falta um up no seu ambiente, seja interno ou externo? Um belo vaso, com uma espécie bonita e bem cuidada, com certeza resolve isso!
8.Revestimentos e detalhes típicos de exteriores, trazidos para os os interiores.
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Essa parede do banheiro revestida em pedra rústica, trazia a sensação de que você estava em um daqueles banheiros à céu aberto sabe? Acho que o Sig Bergamin andou olhando minhas ideias, rs. Porque quero fazer algo parecido no meu banheiro do apê! Mais detalhes em breve. Enfim, revestimentos como pedra, deck de madeira, pastilhas, detalhes como fontes, espelhos d’água, trazem a sensação de que estamos lá fora, mesmo estando em ambientes internos.
9.Refinamento de projeto de áreas externas, com as mesmas tendências e preocupação de áreas internas.
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Muitos ambientes de interiores tinham áreas externas, que foram decoradas com a mesma preocupação e tendências dos ambientes internos. Não tem porque só jogar uns móveis feiosos na varanda, assim é claro que nunca será usada. É preciso pensar no conforto, na iluminação, nas cores, na decoração, etc… Da mesma forma, os ambientes de paisagistas apresentaram a mesma preocupação com a composição, com o desenho, com as cores, com as tendências atuais, que teria um profissional de interiores.
10.Áreas externas que funcionam como um prolongamento de áreas internas.
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O ambiente mais comentado, do Migotto, tinha uma área externa enorme, super linda, seguindo o mesmo estilo e cores dos ambientes internos. E assim aconteceu com muitos outros ambientes de arquitetos e decoradores, que decoraram à sua maneira, espaços externos de vários tamanhos e estilos diferentes.Link

Sempre cabe um jardim

Reportagem de Marisa Vieira da Costa
Produção de Maria Regina Notolini
Fotos de Zeca Wittner
Falta de espaço não serve de desculpa: poucos metros quadrados são suficientes para criar um jardim e mudar o astral de uma casa. Paisagistas fazem milagres com o mínimo e garantem que sempre há uma solução para compor um cenário verde. “É só botar a imaginação para funcionar”, afirma a paisagista Luciene Vila Wertheim.
A partir daí vale tudo – quintal, varanda, sacadinha, canto, corredor perdido, parede, laje. “E não existem desculpas”, insiste Luciene. “Se o tanque e a máquina de lavar estragam o visual, é só isolar a lavanderia com uma cerca viva ou um painel de treliça com vasinhos, por exemplo. Se não der para ter flores e espécies exuberantes, contente-se com vasos de flores e folhagens bem distribuídos sobre uma mesa bonita e um canteiro de temperos.”

O mercado está abarrotado de peças e materiais usados para se montar pequenos jardins. Além dos entrepostos e grandes revendedores, em qualquer bairro é possível encontrar lojas que vendem vasos, suportes, painéis para compor quadros-vivos, pedras, pedriscos, cascas de árvore, terra, adubos, além de um sem número de objetos de decoração e, é claro, uma variedade infinita de plantas. “Como São Paulo é uma cidade de clima subtropical, muitas, mas muitas espécies mesmo, se dão bem aqui”, diz ela.Numa atitude quase desafiadora, a paisagista colocou um jardim com fonte e tudo no banheiro da suíte de uma casa na Aclimação. O box, grande, se integra, por meio de porta de vidro de correr a um pequeno espaço com pérgola, fonte, costelas-de-Adão, marantas, pacovás e forração de cedrinho e tostão. Na entrada da mesma casa, ela aproveitou uma lateral de 8 m² para fazer um jardinzinho separado do hall por um pano de vidro. Na parede, para dar profundidade, foi pintado um trompe d’oeil suave de um jardim italiano que se junta com a fonte, os ciprestes, o maciço de costelas-de-Adão, as camélias, bromélias, a forração de marantas e pedras de rio.

Canto do jardim projetado por Odilon Claro, com trepadeira, vaso, vasinhos e quadro-vivo com ripsalis, columeia, orquídeas, violeta e dinheiro-em-penca
Usar frutíferas é outra boa opção para pequenos espaços. E foi isso que fez o paisagista Odilon Claro quando, há dois anos, começou a transformar o quintal vazio de um sobrado nos Jardins num lugar agradável. Pintou as paredes de um tom de rosa fechado para ganhar um ar toscano, colocou pisadas de concreto entremeadas de seixos no chão e foi espalhando espécies. Nos fundos, direto na terra, plantou jabuticabeira, murta, íris e clerodendro. Em vasos, entre outras, romã, para atrair passarinhos. Pôs floreira com thumbergia erecta (que dá uma flor roxa com miolo amarelo) ao longo de um corredor e, junto à pérgola, o pé de jasmim sobe, se entrelaça pela madeira e chega à janela de uma edícula. Na parede, o quadro vivo de fibra de coco abriga ripsális, columeia, orquídeas, violeta e dinheiro-em-penca.

Detalhe do jardim dentro de um banheiro, projeto da paisagista Luciene Vila Wertheim. Entre os degraus de uma fonte, costelas-de-adão e pacovás; como forração, cedrinho e tostão. À direita,
Odilon diz que jardins pequenos devem ser muito bem projetados para não atrapalhar a circulação e que a escolha das espécies é muito importante. Por isso, Cristina Araújo pesquisou muito ao ser contratada para projetar uma cobertura no Morumbi. Como era preciso garantir a segurança das crianças, a paisagista cercou toda a área com treliças de ipê em forma de módulos. “Aí pensei em plantas que não fossem perigosas (as venenosas e as que têm espinhos), de fácil manutenção e cujas raízes não comprometessem o sistema de escoamento de água do prédio” diz Cristina. Próximo da escada que leva à piscina, alinhou quatro vasos de buxinho topiado para servir de “cerca” para as crianças. Em vasos, distribuiu laranjinha- kinkã e cerejinha do Rio Grande e, num painel de treliça, pôs vasinhos de cerâmica vitrificada com hera, ripsális, arpago e jasmim. Para fazer o jogo de volume, uma iuca.
Jardim no banheiro de uma casa na Aclimação. À esq., jardim na entrada do ateliê da ceramista Vanisa Avanzo, com fonte, mandalas, vasos e plantas de várias espécies; destaque para a pendente, no meio: a diferente flor-de-cera retorcida
Pequenos jardins não precisam, necessariamente, ficar na parte de trás da casa. E o ateliê da ceramista Vanisa Cury Avanzo, numa movimentada rua do Morumbi, é exemplo disso. Quem passa na frente do sobradinho onde ela trabalha e expõe suas obras é atraído pelo visual da entrada. “Aqui era uma garagem, que pusemos abaixo”, explica a artista plástica, que, com o marido e o paisagista Bruno Carettoni, montou o jardim que atrai fregueses.
Romãzeira em vaso no jardim projetado por Odilon Claro. À direita, o tom rosa fechado das paredes remete à Toscana, assim como a trepadeira e os vasinhos em moldura branca
Quebrado o piso, foi criado um caminho sinuoso de cimento queimado, com juntas de cerâmica e incrustração de lajotinhas feitas por Vanisa. Num canto, um laguinho foi montado para que ela expusesse a fonte chamada DNA; do lado oposto, Bruno criou um gazebo, onde se destacam mandalas, um grande vaso com a exótica espécie chamada peixinho. Nas paredes, suportes de ferro galvanizado guardam vasos em forma de cone. Dentro de um deles, ripsális, a bela e diferente flor-de-cera retorcida, orquídeas e suculentas; em outro, a horta vertical abriga salsinha, cebolinha, hortelã, manjericão, orégano, tominho e morango. Isolada e bela, um minipata-de-elefante. No chão, dinheiro-em-penca, bromélias e pacovás.
“Tem gente que vem para ver a cerâmica e quer reproduzir esse jardim em casa”, diz Vanisa, que vai expor suas peças na 12ª Fiaflora ExpoGarden, feira internacional de paisagismo, jardinagem, lazer e floricultura, que vai de quinta-feira até domingo, no Anhembi.
VERDE NA VARANDA
link1. Numa varanda que recebe sol à tarde e muito vento, escolha, por exemplo, a trepadeira amor-agarradinho e ipomeia (usando sempre uma treliça como suporte); ixora, que, além de ornamental, atrai pássaros; fórmio, sempre numa jardineira horizontal junto à grade; bromélias variadas e buxinhos, que se mantêm verde o ano inteiro e permitem topiaria
link2. Em varanda com janela e que recebe o sol da tarde, plante mini-ixoras, lírios-da-paz e bromélias. Ripsális, flor-de-maio e columeias, em vasos suspensos
link3. Em varandas com muito vento, kaizucas em vasos grandes, ligustro, que vai bem até em meia-sombra, e eugênias, cuja folha é mais bonita que as flores
Exemplo de como se pode levar graça com pouco a um jardim. Neste, criado por Odilon Claro, o tom rosa fechado das paredes remete à Toscana, assim como a trepadeira e os vasinhos em moldura Branca
DICAS PARA MONTAR UM JARDIM EM CASA
link1. Comece pelo piso. Se for de cimento e você não quiser quebradeira, cubra o espaço com manta Bidim-Mac-Draim e, por cima, coloque de 3 a 4 cm de terra adubada. Verifique as aberturas para escoamento da água. Em seguida, coloque a grama (em rolos). Faça caminhos, espalhe pedriscos, pisadas, decks de madeira
link2. Distribua as plantas em vasos ou floreiras ou plante direto na terra. Consulte especialistas para saber as espécies que se harmonizam e onde, segundo a posição do sol, deve ser plantado o quê
link3. Disponha os vasos de maneira que uns fiquem mais altos que outros para criar volumetria. Espécies como jabuticabeiras, romãzeiras, azaleias, camarão e jasmim vão bem em vasos. Temperos, em canteiros longos ou vasinhos. Não esqueça as forrações
link4. Preste atenção nas paredes, que podem receber pintura, trepadeiras, quadros vivos ou suporte para vasos
link5. Componha seu jardim com outros elementos, como fontes, bancos, esferas e redes
link6. Mantenha o jardim sempre bem cuidado com regas, limpeza frequente e adubagem

Incrementando…

Mude o visual simples dos muros usando plantas e forrações diferenciadas

O muro, que ganhou a tonalidade verde por meio da fixação da trepadeira hera, tem como companhia um canteiro de ervas e suculentas delimitado por pedras, que se destaca devido às texturas e aos tons variados da vegetação. Projeto do escritório Verdier Estudio Paisajístico, da capital uruguaia

A fileira de podocarpo foi colocada logo à frente da estrutura de bambu que faz a delimitação com o imóvel vizinho, oferecendo mais beleza ao ambiente. Projeto assinado por Alexandre Baccari, arquiteto, de São Paulo, SP

A fileira de podocarpo foi colocada logo à frente da estrutura de bambu que faz a delimitação com o imóvel vizinho, oferecendo mais beleza ao ambiente. Projeto assinado por Alexandre Baccari, arquiteto, de São Paulo, SP
A paisagista Paula Bergamin, do Rio de Janeiro, RJ, usou espécies volumosas para disfarçar o muro, como palmeiras e trepadeira. Para desviar a atenção para as plantas, criou um canteiro orgânico com liríope e grama-amendoim

A paisagista Paula Bergamin, do Rio de Janeiro, RJ, usou espécies volumosas para disfarçar o muro, como palmeiras e trepadeira. Para desviar a atenção para as plantas, criou um canteiro orgânico com liríope e grama-amendoim
Pedrinha Parisi, arquiteta paisagista, de São Paulo, SP, empregou diversos recursos para evitar a evidência do muro na paisagem, como a implantação de uma estrutura de madeira e um canteiro com espécies vistosas, como helicônia, periquito e agapanto

Pedrinha Parisi, arquiteta paisagista, de São Paulo, SP, empregou diversos recursos para evitar a evidência do muro na paisagem, como a implantação de uma estrutura de madeira e um canteiro com espécies vistosas, como helicônia, periquito e agapanto
O espaço ganhou muito verde com a disposição de plantas na parede. Além do filodendro na estrutura, destacam-se exemplares de bromélias de diferentes espécies nos vasos dispostos no chão. Ideia do paisagista Roberto de Sá, de Santos, SP

O espaço ganhou muito verde com a disposição de plantas na parede. Além do filodendro na estrutura, destacam-se exemplares de bromélias de diferentes espécies nos vasos dispostos no chão. Ideia do paisagista Roberto de Sá, de Santos, SP
Com o objetivo de levar ainda mais sofisticação ao muro de filetes de pedra canjiquinha, a paisagista Paula Bergamin criou em sua base um belo canteiro com orquídea-bambu

Com o objetivo de levar ainda mais sofisticação ao muro de filetes de pedra canjiquinha, a paisagista Paula Bergamin criou em sua base um belo canteiro com orquídea-bambu