Parede ” Green Living” maior da América do Norte

PNC Muralha VerdePNC agora detém o título de maior parede verde viva da América do Norte atualmente pendurado no exterior do seu edifício-sede Pittsburgh localizada em One PNC Plaza.

Com cerca de 14.448 plantas que cobrem 602 painéis modulares, a 2.380 pés quadrados mural vida realmente anima o prédio de 30 andares.
Os oito variedades de plantas, instalado por localmente (dentro de um raio de 500 milhas do centro de Pittsburgh) de materiais e mão de obra, só precisa de 15 minutos de irrigação por semana. Não só bonita, é também fazendo um trabalho de redução das temperaturas ambientes da parede virada para sul, por 25%.
Não só isso, o PNC tem construído mais verdes United States Green Building CouncilLEED edifícios certificados que qualquer outra empresa no mundo, com uma contagem de 64 “locais verdes” e dois edifícios de escritórios.Link
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Parede " Green Living" maior da América do Norte

PNC Muralha Verde

PNC agora detém o título de maior parede verde viva da América do Norte atualmente pendurado no exterior do seu edifício-sede Pittsburgh localizada em One PNC Plaza.

Com cerca de 14.448 plantas que cobrem 602 painéis modulares, a 2.380 pés quadrados mural vida realmente anima o prédio de 30 andares.
Os oito variedades de plantas, instalado por localmente (dentro de um raio de 500 milhas do centro de Pittsburgh) de materiais e mão de obra, só precisa de 15 minutos de irrigação por semana. Não só bonita, é também fazendo um trabalho de redução das temperaturas ambientes da parede virada para sul, por 25%.
Não só isso, o PNC tem construído mais verdes United States Green Building CouncilLEED edifícios certificados que qualquer outra empresa no mundo, com uma contagem de 64 “locais verdes” e dois edifícios de escritórios.Link

Canteiros, jardineiras e paredes verdes

Para aproveitar o quintal de todas as maneiras, sem abrir mão das plantas, a solução é explorar a área rente ao muro.

Texto Stéphanie Durante | Repórter de imagem Viviane Gonçalves | Fotos Edu Castello
 Edu Castello

O porcelanato Ecowood, da Portobello, reveste o piso. As trepadeiras lágrima-de-cristo (1), ipomeia-rubra (2), roseira-trepadeira (3) e falsa-vinha (4) revestem as paredes. Nas bordas do terreno, pedriscos drenam a água das jardineiras de aço, da Firgal, usadas no muro dos fundos, com gardênias (5), e no lateral, com hortelã (6), pimentas (7), capuchinha (8) e alecrim (9). À dir., o jardim vertical, composto por lanterna-chinesa (10), columeia (11) e samambaia (12), foi criado com módulos da GreenWall Ceramic. Almofadas, da Espaço Til. No banco, da Anni Verdi, toalhas, da Trousseau

Muros verdejantes 

A piscina ocupa quase todo o quintal desta casa no Morumbi, em São Paulo, mas a moradora fazia questão de ter muitas plantas. Para não atrapalhar a circulação, o paisagista Silvio Sanchez, da Grama e Flor, optou pela ocupação vertical. Os muros foram tomados por trepadeiras de crescimento rápido, tutoradas por mãos-francesas. “A falsa-vinha reveste toda a área e tem a função de unir as trepadeiras, formando o colchão verde no fundo”, explica Silvio. Na parede lateral, uma treliça de ferro organiza a coleção de orquídeas da moradora. Logo abaixo, nas jardineiras de aço, capuchinha, pimentas, alecrim e hortelã formam uma pequena horta. Próximo à entrada da sala, uma instalação com samambaia, lanterna-chinesa e columeia prolonga o jardim.

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 Edu Castello

Vaso com primavera (8). Atrás, couve (9) e alface (10).
Mesa, lanternas e poltrona da Galeria Olindo. Gaiola,
da Dom Mascate. Vasinhos, da Anni Verdi. Almofada,
da Espaço Til. Ao lado, detalhe do espelho d’água
Horta elevada
A moradora desta casa geminada em Cotia, na Grande São Paulo, desejava ter uma horta, mas não queria perder muito espaço do quintal. Além da metragem reduzida, a presença dos cachorros era outro impedimento. “Propus uma horta elevada, com 75 cm de altura e 33 cm de profundidade. Assim, o espaço ficou livre para as crianças brincarem e as espécies ficam protegidas dos cachorros”, conta a paisagistaGisela Pedroso. A estrutura em forma de “U”, feita de alvenaria e revestida de cumaru, abriga alface, almeirão, couve, salsinha, alecrim, cebolinha, manjericão, boldo e hortelã. No fundo, um espelho d’água refresca o espaço, que foi coberto com vidro para ficar protegido das chuvas.
 Edu Castello

A horta elevada facilita o manuseio das hortaliças e as protege dos cachorros. No lado esq., boldo (1) e hortelã (2). Nos vasos, gardênias (3) e fênix (4). A estrutura de alvenaria é revestida de cumaru. As pastilhas do espelho d’água e o porcelanato do piso são da Soluzione. Na parede, aspargos (5). Logo abaixo, alecrim (6) e manjericão (7).
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 Edu Castello

A parede próxima à churrasqueira recebeu o jardim vertical
com peperômias (1) e samambaias (2). Na sequência,
jardineiras com falso-íris (3), jabuticabeira
(4) e grama-amendoim (5).

Jardim na lateral 
Por estar próximo à churrasqueira, o espaço lateral desta casa na Vila Mariana, em São Paulo, era bastante utilizado pelos moradores, mas faltava charme ao local. Para quebrar a linearidade da parede, a arquiteta paisagista Greice Peralta, em parceria com o Shopping Garden, criou uma sequência de jardineiras de alvenaria em diferentes alturas e profundidades que vão de encontro a uma pérgola. Nelas, a arquiteta plantou espécies tropicais, que resistem bem aos ventos e ao sol constante na área. Para dar privacidade, orquídeas-bambu foram plantadas na fachada. Na outra extremidade, Greice projetou um jardim vertical.
 Edu Castello

A pérgola com o jasmim-dos-poetas (6) e, em primeiro plano, à esq., helicônias (7) seguidas de xanadu (8), palmeira-fênix (9) e orquídeas-bambu (10). No vaso de barro, à dir., dasilirium (11). Almofadas, da Tamtum
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 Edu Castello

Detalhe da forração de evólvulos-brancos (1) caindo
sobre o espelho d’água.

Escalada na cobertura

As arquitetas paisagistas Leslie Mardegan e Juliana Kallas, da K+M Arquitetura Paisagística, aproveitaram o formato irregular da cobertura no apartamento do Alto da Lapa, em São Paulo, e criaram um agrupamento de jardineiras de alvenaria, com 60 cm de altura. “Os moradores não queriam mexer na impermeabilização do piso. Como precisávamos de altura para plantar, optamos pelas jardineiras suspensas com acabamento em fulget , diz Leslie. Nelas se misturam espécies com flores brancas, como a moradora desejava. Ainda sobrou espaço para um espelho d’água no meio delas.

Fotos Edu Castello

Vaso de aço galvanizado da Firgal com forração de xanadus (2) e uma frondosa jabuticabeira (3). Nas jardineiras, agapantos (4) e nandinas (5). Bandeja, da SaLa Design. Outros objetos, da L’Oeil
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Fotos Edu Castello

O acesso para o novo jardim tem escada e um
escorregador de cumaru para as crianças brincarem.
Nos degraus, pedras da Pedras Interlagos

Entrada renovada

O espaço junto à entrada desta casa no Itaim Bibi, em São Paulo, era praticamente inútil antes da intervenção das arquitetas paisagistas Heloísa Caparica e Fabíola Lieberg, da Cali Paisagismo. “Os moradores pediram ali uma extensão do living, mas também queriam a presença de plantas tropicais”, diz Heloísa. Para contemplar as duas solicitações, elas optaram por um piso de cimento queimado, com ladrilho hidráulico no centro e lajotas de barro nas bordas. Ao redor, criaram um canteiro em forma de “L”. De um lado, colocaram a estrutura de cruzetas com banco e vasos para duas dracenas. Do outro, ciclantos e bambus, com barba-de-serpente de forração.

Fotos Edu Castello

O canteiro em “L” possui bambus (1), ciclantos (2), barba-de-serpente (3) e termina na estrutura de cruzetas: um banco fica entre vasos com dracenas (4). Na parede, bromélias na treliça, da Ferro em Estilo. O ladrilho hidráulico e as lajotas de barro são da Euroville. Pufe colorido, da Tamtum. Futons e pufe cinza, da Futon Company

Paredes sutilmente VERDES

Cobrir muros com plantas, além de caro, exige manutenção demasiada. Em vez de um jardim vertical, você pode reunir vasos, pendurar plantas em painéis e usar estruturas de madeira para dar vazão a diferentes ideias.

Texto Thaís Lauton Fotos Evelyn Müller
Evelyn Müller

Em alturas diferentes, as caixas de cumaru distribuem-se ao longo da parede com, da esq. para a dir., maranta, avenca, columeia, mais maranta e renda-portuguesa. As peças são forradas com zinco para preservar a madeira e isolá-la de umidade
Ripas em desencontroUma garagem de 70 m² não passa despercebida, ainda mais configurada com esta estrutura de madeira, pensada pela paisagista Drica Diogo, da Pateo arquitetura e Paisagismo, para a casa na riviera de São Lourenço, litoral de São Paulo. A pérgola de cumaru, sem pilares, calculada sobre um vão de 12 m de comprimento, e coberta por vidro, foi sustentada por uma estrutura metálica revestida de madeira. “a intenção era diminuir o peso da cobertura”, diz Drica.

Na parede, a solução encontrada pelo escritório foi usar placas de ripas de madeira com larguras alternadas e desenhos desencontrados a fim de esconder a casa do caseiro. “a paginação em forma de tabuleiro de xadrez dá leveza estética, movimento e alivia o peso da estrutura metálica”, acrescenta Drica. Caixas com espécies pendentes foram parafusadas na parede e apoiadas na estrutura. O piso de mosaico português tem um desenho em dois tons.

Evelyn Müller

Echevéria, ripsális e dedo-de-moça são algumas das suculentas, compradas
na Ceagesp e plantadas em vasos da anni Verdi – Casa e Jardim

Suculentas em série
O corredor, acessado da sala de jantar, chamava pouca atenção até a moradora ter a ideia de instalar os vasinhos com suculentas. as peças em forma de meia-lua quebramos4 m de altura do muro de concreto. Detalhe: o concreto foi seco em fôrmas de pínus, assim ganhou visual com veios, lembrando tábuas de madeira.

O projeto de arquitetura para a casa no Jardim Paulista, em São Paulo, é do escritório anca&Cláudio Di Segni. Os viburnos no canteiro fazem parte do paisagismo assinado por Paula Magaldi.


 
Evelyn Müller

Ripsális e aspargos rabo-de-raposa enchem a moldura de verde

Painéis com multifunções
De um lado, um painel de cumaru de 2,30 x 2,90 m esconde a parede e o cano de água pluvial deste jardim, na Vila madalena, em São Paulo. Desenhada pela paisagista Juliana Freitas, a peça ganhou aberturas como molduras: a maior, com uma tela de alambrado, para pendurar plantas, e as menores, para dispor objetos. À frente, um banco da mesma madeira ameniza a queda do piso. “Os pés foram feitos com alturas diferentes, assim ninguém nota o desnível do terreno”, diz Juliana.

Do outro lado, com um conceito parecido, o painel de 2,70 x 1,50 m cria o pano de fundo para o chuveirão. e para que a água escoe e ninguém note o ralo, a área foi forrada com seixos de rio, que ainda massageiamos pés. 

Evelyn Müller

Para forrar o alambrado do chuveirão, peperômias, e ao longo da parede, maciços de alpínia
Evelyn Müller

Os exemplares de chuva-de-ouro dão vida ao painel. a espécie gosta de sol
e floresce uma vez por ano

Vasos encaixados
O painel de orquídeas traz cor à varanda de 9 m² em moema, São Paulo. Com 1,20 m de altura e 1mde largura, a peça esconde um “dente” da construção numa parte mais estreita da área. “apostamos nele para equilibrar as plantas com a madeira das treliças e do banco”, diz Carla Calderan, da Calux Jardins.
Uma moldura de madeira sustenta o fundo da peça, de palha. O bom é que os vasos de fibra de coco podem ser trocados com mais facilidade.ao lado, o vaso em meia-lua abriga a trepadeira sapatinho-de-judia.Uma sensação é certa: ao sentar-se no banco, não há quem não aviste a parede de orquídeas.