Novo uso para as tampas de refrigerante

Francisco  Ribero,arquiteto,propõe uma releitura das calotas usando revestimento alternativo. Ele também trabalha em projetos urbanos e sociais.


1024 tampas de plástico são necessários para cobrir um metro quadrado de revestimento verde criado por Francisco Ribeiro. Arquiteto, 33 anos, e projetou um catálogo de 20 combinações possíveis para uso em pisos, paredes, móveis e murais.
A ideia de encontrar um novo uso para as tampas de refrigerante (de água não funcionam, porque eles têm menos plástico) veio enquanto ele estava estudando arquitetura na FADU-UBA e do tempo que trabalhou no estúdio de William Brunzini. “Eu estava interessado em encontrar um projeto que combina estética e sustentabilidade”, diz Ribeiro.Link


TUDO VIRA PISCINA

Lixeira, contêiner, caçamba e mais: com criatividade, estruturas descartadas podem virar um tanque para você se refrescar. Veja seis projetos e copie no seu quintal

POR CASA E JARDIM

 (Foto: Reprodução/Inhabitat)(Foto: Reprodução/Inhabitat)
Mergulho na cidade
Em Nova York são raras as piscinas. Para combater as temperaturas do último verão, a prefeitura encomendou três piscinas portáteis e suspensas, feitas com lixeiras pela empresa Macro Sea. Também havia um deck onde turistas e moradores podiam tomar sol.
 (Foto: Reprodução/Inhabitat)(Foto: Reprodução/Inhabitat)
Reaproveitamento com estilo
Já o arquiteto Stefan Beese transformou um contêiner de aço em piscina. A estrutura estava abandonada e foi trazida para o seu quintal. Ele usou um acabamento refinado, de madeira pinus.
 (Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
Pequena e descolada
Ao ver uma caçamba abandonada, a artista inglesa Louisa Dawson enxergou o lugar perfeito para um mergulho. Ela manteve o exterior detonado e revestiu o interior com azulejos. Uma escada facilita o acesso dos banhistas.
 (Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
Gigante e sustentável
Badboot é a maior piscina flutuante do mundo e fica localizada em Antuérpia, na Bélgica. Ela foi construída a partir da estrutura de uma antiga balsa e tem 120 metros de comprimento. O tratamento da água é sustentável. Ela é pública e fica aberta durante todo o verão com muitas atividades, como hidroginástica.
 (Foto: Reprodução/Inhabitat)(Foto: Reprodução/Inhabitat)
Em transformação
O canal Dotonbori, em Osaka, no Japão, em breve será a maior piscina ao ar livre do mundo. As obras terminam ainda este mês e o local poderá ser aproveitado por cerca de 20 reais por dia. A água tem passado por vários tratamentos para se tornar limpa.
 (Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
Reciclagem de luxo
Antigas estruturas de exploração de petróleo encontraram nova vida na cobertura do Hotel Básico, na Playa del Carmen, no México. As piscinas cor-de-laranja foram construídas com tanques abandonados. Projeto do escritório Central de Arquitecturae do designer de interiores Héctor Galvan.Link

Folhas secas para as paredes…faça você mesma !

Quadros de folhas desidratadas
O outono vem e passa, mas você pode guardar a beleza nostálgica das folhas que caem, em pequenos quadros, na parede de sua casa. Na verdade você nem precisa esperar pelo outono, nem pelas folhas caírem, basta escolher no jardim as que mais te agradam, desidratá-las e fazer os seus quadrinhos.
A técnica para desidratar folhas e flores é simples. Você vai precisar de uma caixa de papelão de um tamanho médio, sílica gel em grãos finos e um livro muito pesado. Escolha as folhas que deverão ir para o quadro. Na caixa espalhe uma camada da sílica e sobre ela coloque as folhas separadas umas das outras. Depois cubra com uma boa camada de sílica gel.
É a sílica que acelerará o processo de desidratação. É importante deixar a caixa num lugar muito seco. Acompanhe o processo, que leva uns 15 dias, observando a transformação das folhas. Elas normalmente perdem a coloração, portanto para recuperar a cor natural você pode tingí-las , mas isso fica ao seu critério.
Quando elas estiverem quase secas retire-as da sílica e coloque sob o peso de um livro, entre duas folhas de papel branco. Ajeite-as na posição em que elas fiquem mais bonitas. Deixe-as ali até terminarem de secar. Depois é escolher uma moldura e colocá-las na parede.
Não dá trabalho, mas você precisa ter um pouco de paciência até que as folhas sequem naturalmente. Não adianta colocar no forno. O tempo é o melhor instrumento. No mais é colocar uma grande pitada do seu bom gosto e curtir a brincadeira !!!
Leia também essa outra maneira de desidratar folhas, clique Técnica para desidratar folhas

3 usos espertos para as bandejas de isopor

Bandejinha_Isopor
Vamos combinar, elas poluem. São feias. E frágeis. E não ficam bem de pratinho pra vaso, não. Tentei pintar algumas, mas, com a umidade, a tinta sai. Eu continuaria a ter 37 detestáveis bandejinhas de isopor não fossem dois brilhantes acasos.
Fui comprar queijo no mercado central e o vendedor usou pedaços de bandejinha para cobrir as áreas expostas de uma fatia de brie. Como esse queijo endurece em contato com o ar, o isopor “cola” nele e protege o corte, mantendo a cremosidade. Fiz o teste com outros queijos moles e posso garantir que eles duram mais na geladeira.
O segundo uso é bem mais, digamos, popular (a menos que você tenha uma fábrica de brie, é claro). Ao montar um vaso para receber uma planta, faça a drenagem com cacos de isopor em vez de argila expandida. Eles deixam o vaso mais leve e não atraem nenhum tipo de praga. A única observação é que não tampem completamente os furos do vaso, até porque o isopor vai ficando mais compacto com o tempo e pode entupir a saída de água. Resolva isso arrumando os pedaços de isopor de modo a deixarem vãos estratégicos perto dos furos. Aliás, orquídeas de árvore – como a Phalaenopsis aí da foto – adoram substrato leve, então, você pode misturar pedaços de isopor aos cacos de carvão, casca de pinus e chips de coco (que compõem o substrato misto mais comum).  Tenho usado tanto isopor nas minhas plantas que acabei em menos de um mês com a coleção de bandejinhas.
O terceiro uso? Render um post ecológico não vale? Link